Terremoto no japão - Terremoto de 7,3 no nordeste do Japão deixa pelo menos 100 feridos

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Japão suspende alerta de tsunami após registrar forte terremoto no país

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Terremoto de 7,1 graus de magnitude é registrado no Japão; assista

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Terremoto de Fukushima em 2011: como foi?

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Forte terremoto atinge Japão e gera alerta de tsunami

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Terremoto de magnitude 5,5 sacode o Japão, sem risco de tsunami

Claro que naquela época não existia a tecnologia anti-terremotos que existe hoje, mas mesmo assim podemos perceber que quando se trata de fenômenos da natureza, as consequências são realmente imprevisíveis. Alguns residentes de comunidades costeiras disseram que fugiram para áreas mais altas após o aviso no sábado. As empresas ferroviárias locais chegaram a suspender seus serviços. Texto traduzido, clique para ler o original em inglês. We also use third-party cookies that help us analyze and understand how you use this website. As autoridades ativaram então alertas de ondas de até um metro que deveriam ter chegado às 8h30 locais 21h30 de segunda-feira em Brasília à costa de Iwate. O tremor ocasionou grandes ondas no litoral do Japão, entre elas o tsunami de Fukushima, que desencadeou um dos piores acidentes nucleares da história desde. O hipocentro do sismo seu local de origem no interior da crosta terrestre estava a uma profundidade de 25 km, considerada rasa. Leia também: Quais as causas do terremoto de Fukushima? Terremoto de Tohoku 2011 Mortes: 29. Pode parecer uma bobagem, mas no caso de um terremoto de grande magnitude, esse tipo de suporte pode evitar ferimentos graves e até salvar vidas. São trinta e três reatores em operação, hoje, no Japão. Cada terremoto representa um novo teste de sobrevivência. A maior parcela de mortes do sismo foi em decorrência dos tsunamis, que inundaram uma área de 561 quilômetros quadrados 2. O terremoto de 11 de março de 2011 causou o pior desastre nuclear do país. O terremoto, inicialmente estimado em 7,2 de magnitude, ocorreu às 18h09 6h09 no horário de Brasília nas águas do Pacífico ao largo da região de Miyagi, com profundidade de 60 quilômetros, informou a JMA, que emitiu um alerta para ondas de cerca de um metro. Com 9 graus de magnitude, o "Grande Terremoto do Leste do Japão" — também conhecido como "Grande Terremoto de Sendai" ou apenas "Terremoto de Tohoku" —, o maior já registrado no país, empurrou em 2,4 metros para leste a ilha de Honshu, a maior do Japão. A Autoridade de Regulamentação Nuclear informou que não houve relatos de anormalidades nas instalações nucleares da área, incluindo a usina Fukushima Daiichi, a usina nuclear Onagawa e várias instalações menores e reatores nucleares experimentais. Trens-bala preparados para terremotos Imagem: Pakutaso O Japão é um país dominado por trens e sua é considerada uma das mais eficientes do mundo. A área a ser evacuada inicialmente foi de 20 km. Três reatores da usina nuclear de Daiichi, em Fukushima, derreteram, liberando materiais radioativos no ar e forçando mais de 100 mil pessoas a evacuarem a região. Coletando as águas das enchentes causadas por desastres naturais, o sistema redistribui com segurança a água no rio Edo. Ao todo, foi evacuada uma área de 1. Paredes de água invadiram as cidades do litoral, carregando e destruindo barcos, carros e casas, que de longe pareciam de brinquedo. Parte deles foi levada pelo oceano e acabou nos litorais do Canadá e dos Estados Unidos. O tsunami O Japão já conhecia muito bem os tsunamis — a palavra é japonesa, formada pela união de "tsu", que significa "porto", e "nami", que significa "onda". Segundo os estudiosos, é possível monitorar terremotos, mas é impossível prevê-los e controlá-los. Conforme as ondas se aproximam da praia o atrito reduz o deslocamento da água, mas em compensação, aumenta o tamanho das ondas. Também houve vazamento de água radioativa no Pacífico. Ele provocou um grande tsunami, que danificou a Usina Nuclear de Fukushima e causou um dos maiores acidentes nucleares da história. A usina atômica de Fukushima foi gravemente danificada pelo tremor e pelas ondas. A magnitude do terremoto de Fukushima gerou um tsunami que devastou parte da costa leste do Japão. No ano seguinte, seria a vez do terremoto Ansei Edo, com magnitude de 6,9, a fazer mais de 6. O ponto de choque entre as placas tectônicas foi a 130 quilômetros da Península de Ojika. A devastação gerou impressionantes 25 milhões de toneladas de detritos. Mas, conforme as ondas atingem a costa, elas vão adquirindo mais e mais altura com a diminuição da profundidade do mar". Por causa disso, não há estimativas exatas relacionadas ao número de vítimas. Por Paloma Guitarrara Professora de Geografia. Além de causar mais de 142 mil mortes, mais de 2 milhões de pessoas ficaram desabrigadas. Muitas áreas atingidas pela radiação permanecem desabitadas. O evento, que não causou danos significativos, foi mais uma lembrança da dimensão do desastre de cinco anos antes — e da necessidade de o país se preparar melhor para futuras tragédias. A Agência Meteorológica do Japão JMA lançou um alerta de tsunami neste sábado, após um forte terremoto, de magnitude 7,2, registrado na costa nordeste do país. O tremor ocasionou grandes ondas no litoral do Japão, entre elas o tsunami de Fukushima, que desencadeou um dos piores acidentes nucleares da história desde. A maior parcela de mortes do sismo foi em decorrência dos tsunamis, que inundaram uma área de 561 quilômetros quadrados 2. A velocidade com que o movimento da placa do Pacífico ocorre é de aproximadamente 83 mm por ano, conforme explica o Serviço Geológico dos Estados Unidos USGS, sigla em inglês. Além disso, também houve muitas réplicas, que aumentaram o nível de destruição promovido pelo terremoto. Sem energia e com equipamentos danificados, o processo de resfriamento dos três reatores parou. Com o terremoto, as três unidades se desligaram automaticamente, como previam seus sistemas de segurança. São blocos rochosos, alguns de dimensões continentais, que dão sustentação à superfície da Terra. O processo, chamado de "isolamento sísmico", envolve a presença de proteções na base das construções, como blocos de borracha, e amortecedores na estrutura dos edifícios. Bosai Musen: Alto-falante de prevenção de desastres Imagem: photo-ac. O sismo foi responsável pelo deslocamento da costa do Japão e pela alteração entre 10 e 25 centímetros no eixo de rotação Terra, encurtando os dias em 1,8 microssegundo 1. O país registra milhares de tremores de terra todos os anos, de intensidades variadas na escala Richter. A fúria do mar, por sua vez, provocou um acidente nuclear na usina de Fukushima, 260 quilômetros ao norte de Tóquio. Eles acontecem diariamente, com intensidade variável: Alguns com maior intensidade, outros quase imperceptíveis. A idosa se mudou para os arredores da capital Tóquio. A cobertura fornece informações sobre os terremotos, onde buscar proteção e se algum tsunami está se aproximando, dando aos cidadãos tempo para recuar para lugares mais altos. O Japão está localizado no Anel de Fogo do Pacífico, uma das áreas mais sismicamente ativas do planeta, mas seus padrões de construção são rígidos para que os edifícios possam suportar fortes terremotos. Por isso, sua formação é cheia de falhas. Cidades inteiras desapareceram debaixo d'água. De acordo com o USGS, dois dias antes desse acontecimento no arquipélago japonês, uma série de tremores com mais de 6 graus na escala Richter — o maior com 7,4 — foram sentidos a cerca de 40 km do epicentro do terremoto de 11 de março. Só assim ela se sente segura para voltar aonde passou a maior parte da vida. Meia-hora depois do terremoto, as ondas chegaram à costa de Tohoku e outras regiões do leste do Japão. Embora o governo tenha financiado a reconstrução da cidade e a empresa que administrava a usina continue pagando indenizações aos atingidos, muita gente não quer voltar para casa. Texto traduzido, clique para ler o original em inglês. Já o Grande Terremoto de Kanto em 1923, com magnitude de 7,9 fez 142. A magnitude do terremoto de Fukushima gerou um tsunami que devastou parte da costa leste do Japão. A capacidade de inovar, investir, educar e aprender com os erros do passado tornou o Japão o país mais preparado para terremotos do mundo. O tsunami provocou muitos danos físicos na infraestrutura do país, como estradas, indústrias e habitações. Os prédios são concebidos como um elemento dinâmico, já que estarão sempre sujeito a movimentos em qualquer direção. Após o sismo principal, centenas de terremotos secundários chamados de réplicas de magnitude variando de alta a moderada foram sentidos em outras regiões. Podem causar também deslizamentos de terra, tsunamis e até mudanças na. A usina nuclear de Onagawa, na província de Miyagi, onde o terremoto atingiu uma intensidade de 2 graus na escala japonesa, não sofreu danos pelo tremor, informou a operadora Tohoku Electronic Power. Foram realizados, desde então, vários trabalhos na região, com vistas à descontaminação da área e reestabelecimento das atividades produtivas. Ao atingir a usina, as ondas gigantes alagaram metade dos reatores nucleares da instalação, e a força da água culminou na liberação de elementos radioativos em toda a área da usina e arredores. Leia também: Causas do terremoto de Fukushima O terremoto que aconteceu em 2011, na região nordeste do , foi causado pelo movimento de uma falha geológica na zona de subducção onde se forma a Fossa do Japão. Como vimos, os prédios são feitos para balançar, mas impedem que caiam por causa de um terremoto. Depois da tragédia de 1923, que matou 140 mil pessoas, os edifícios japoneses passaram a ser construídos para absorver a energia de um abalo sísmico e, assim, são capazes de manter-se de pé. Apesar de serem leves, podem suportar uma carga decente e, se colocados corretamente, não deixam nenhum arranhão ou marca nas paredes. A área, com isso, foi elevada em 10 metros, tornando-a muito mais segura, mais protegida do alcance de possíveis ondas gigantes. A Agência de Gerenciamento de Incêndios e Desastres do Japão explicou que duas idosas em Miyagi ficaram levemente feridas, uma delas foi atingida na cabeça por uma porta e a outra, no ombro por uma mobília. No dia seguinte, 12 de março, ocorreu a primeira de três explosões, tendo as outras ocorrido nos dias posteriores 14 e 15 de março , liberando altos índices de radiação no ambiente. O terremoto de Fukushima provocou cerca de 20 mil mortes no Japão. Milhares de famílias receberam alertas para deixar suas casas por causa do aviso de tsunami, que foi levantado às 19h30 9h30 de Brasília. Em abril daquele ano, o acidente foi classificado como tendo nível 7 na Escala Internacional de Eventos Nucleares, o mais grave desde o acontecimento em Chernobyl, na , em 1986. O Japão não tem recursos naturais suficientes para gerar a enorme quantidade de energia que consome. Dez anos atrás, em um único dia, os japoneses tiveram que lidar com um , um tsunami e com um desastre nuclear. Any cookies that may not be particularly necessary for the website to function and is used specifically to collect user personal data via analytics, ads, other embedded contents are termed as non-necessary cookies. O tremor provocou a morte de aproximadamente 300 mil pessoas e ocasionou a construção de fortificações em alguns pontos da costa para bloquear a entrada de ondas gigantes. Por isso a cidade testa regularmente sua estrutura de comunicação, que envolve centenas de alto-falantes espalhados em espaços públicos. Demorou duas semanas até que os reatores fossem considerados estáveis novamente. Mas isso é praticamente impossível, pelo menos hoje. A Agência de Gerenciamento de Incêndios e Desastres do Japão explicou que duas idosas em Miyagi ficaram levemente feridas, uma delas foi atingida na cabeça por uma porta e a outra, no ombro por uma mobília. O centro da cidade, completamente destruído pelo mar, foi refeito sobre um imenso aterro que cobriu a antiga estrutura. A área do país mais atingida foi a região de Tohoku. Confira abaixo, um documentário sobre ele: Referências: , apesar do seu poder destrutivo e ser algo realmente apavorante, ainda prefiro ficar no JP com terremoto do que voltar pro BR com determinadas pessoas no governo. Esse processo se estendeu por uma faixa de 400 km de comprimento e 150 km de largura na direção em que se dá o mergulho de uma placa sob a outra. No entanto, ele pediu aos residentes da área afetada que ficassem em casa e se preparassem para mais tremores secundários. Além do forte tremor, foram registradas muitas réplicas na região, a maioria com magnitude maior que 5 pontos na Escala Richter. Depois da tragédia de 1923, que matou 140 mil pessoas, os edifícios japoneses passaram a ser construídos para absorver a energia de um abalo sísmico e, assim, são capazes de manter-se de pé. Depois do terremoto e do tsunami, a tragédia ainda teria, porém, um terceiro capítulo. A população foi alertada para o , mas não deu tempo. O terremoto de Fukushima, ou Grande Terremoto de Tohoku, aconteceu em 11 de março de 2011. A inundação da usina provocou a destruição de reatores nucleares e a liberação de gases tóxicos na atmosfera. Gostou de conhecer mais sobre como os japoneses se preparam para os terremotos? Tsunami só acontece quando o epicentro do terremoto se dá no oceano, como foi o caso desse tremor de 9 graus de magnitude que atingiu a costa nordeste do Japão. O acidente nuclear As terríveis imagens que chegavam do Japão geraram solidariedade internacional, com líderes do mundo todo expressando apoio e anunciando ajuda aos japoneses. Em novembro de 2016, um tremor de 7,4 graus de magnitude atingiu as regiões de Fukushima e Miyagi. Terremoto de 7,1 graus de magnitude é registrado no Japão Um forte terremoto de 7,1 graus na escala Richter foi registrado no Japão neste sábado 13 , informou a agência meteorológica do país JMA. O Japão não tem recursos naturais suficientes para gerar a enorme quantidade de energia que consome. O terremoto atingiu principalmente a baía de Sagami, a cerca de 40 quilômetros de Tóquio e matou mais de 2. O terremoto seguido de tsunami deixou um total de 15. A agência de notícias Kyodo relatou pelo menos quatro feridos, sem maiores detalhes. O terremoto de 11 de março de 2011 causou o pior desastre nuclear do país. A explosão ocorreu durante tentativas das equipes de emergência de retomar o resfriamento dos reatores e ventilar o compartimento de contenção. O fluxo das águas é monitorado através de uma sala de controle central. Marcelo Ninio: O terremoto ocorreu às 18h09 locais 9h09 GMT nas águas do Pacífico, na região de Miyagi, a 60 quilômetros de profundidade, segundo o JMA. E tem mais: embora arriscada, a energia atômica não gera dióxido de carbono, um dos gases responsáveis pelo efeito estufa. Houve vazamento de vapor e de água contaminados com material radioativo. Entre elas, uma motocicleta Harley-Davidson, uma bola de futebol e pequenos barcos. E o órgão acrescenta: "No meio do oceano, ondas de tsunami não aumentam enormemente em altura. O governo admite que a energia nuclear é um "mal necessário", no país. A usina atômica de Fukushima foi gravemente danificada pelo tremor e pelas ondas. Notas 1 ANDRADE, Fábio Ramos Dias de. No entanto, não foram registrados incidentes relevantes. Por isso, sua formação é cheia de falhas. Grande parte foi autorizada a voltar, com a redução do risco, mas as áreas mais próximas à usina de Fukushima continuaram interditadas. Seu epicentro se deu a 130 km da costa leste do país, e seu hipocentro estava localizado a 25 km. Os solos e a água do mar passam até hoje por descontaminação. O país é regularmente abalado por terremotos e possui rígidas regulamentações de construção destinadas a garantir que os edifícios resistam aos fortes tremores. Por Paloma Guitarrara Professora de Geografia. Três reatores da usina nuclear de Daiichi, em Fukushima, derreteram, liberando materiais radioativos no ar e forçando mais de 100 mil pessoas a evacuarem a região. Não houve mortes decorrentes do acidente - em 2018, porém, o governo japonês confirmaria uma primeira morte de um trabalhador de Fukushima, de câncer decorrente da exposição à radiação. Em 15 minutos, as ondas gigantes chegaram ao litoral, arrastando barcos, carros e até casas. O terremoto causou um tsunami e danos generalizados em várias cidades na costa de Sanriku, região de Tohoku mesmo local onde aconteceu o Grande terremoto e tsunami de 2011. Brasileiro narra pânico em terremoto no Japão: 'Parecia que o chão tinha subido e despencado de repente' Brasil tem, sim, terremotos - e há registro até de tremor com 'pequenos tsunamis' O que se sabe sobre terremoto mais forte em 100 anos no México, que provocou mortes e alerta de tsunami O terremoto em si já era excepcional mesmo para padrões japoneses. A certeza de que o Japão continuará a ser alvo de tremores de terra, alguns graves, faz com que a população no país esteja sempre a postos para uma emergência. It is mandatory to procure user consent prior to running these cookies on your website. Centenas de milhares perderam suas casas. O tsunami deixou um grande rastro de devastação em Fukushima. Nenhum alerta de tsunami foi emitido para o terremoto de sábado. Parte deles foi levada pelo oceano e acabou nos litorais do Canadá e dos Estados Unidos. No ponto exato do abalo sísmico, 24,4 quilômetros abaixo do fundo do mar, o atrito entre as placas tectônicas da Eurásia e do Pacífico causou a maior movimentação de terra já registrada num terremoto, de 50 metros — no abalo de 2004, no Índico, ela foi de 25 metros. Este alerta de terremoto e tsunami veio dias depois que o Japão comemorou o 10º aniversário de um terremoto catastrófico de magnitude 9,0 em 11 de março de 2011, que gerou um tsunami devastador e um acidente nuclear na usina de Fukushima. Às 14h46, horário local, num ponto do Oceano Pacífico a 130 quilômetros ao leste da cidade de Sendai, um terremoto não apenas sacudiu como também deslocou o Japão. No entanto, tanto os solos da região quanto a água do mar também foram atingidos, e ambos ainda hoje passam por um processo de descontaminação. A pressão para que o país reduzisse sua produção de energia nuclear aumentou, e o Japão pretendia diminuir a participação dessa fonte, de 30%, na época do acidente em Fukushima, para previstos 20% em 2030. Confira abaixo os 10 maiores terremotos do Japão, lembrando que a lista faz menção à magnitude e não ao número de vítimas: 10. A magnitude do tremor foi de 9,1 na Escala Richter, e o terremoto resultou na morte de cerca de 20 mil pessoas. Mas uma década depois do desastre de Fukushima, parte da cidade ainda está abandonada E não se trata de contaminação, mas sim de trauma. Até mesmo em outros grandes sismos, como o da de 1960, não se viu um deslocamento dessa magnitude. Com sua tecnologia, sua arquitetura e a resistência de sua população, o Japão está em constante aprendizado, até porque não tem escolha. Cidades inteiras desapareceram debaixo d'água. O Japão está situado no Anel de Fogo do Pacífico, uma zona de intensa atividade sísmica que se estende pelo sudeste da Ásia e pela bacia do Pacífico. O terremoto de Fukushima, ou Grande Terremoto de Tohoku, aconteceu em 11 de março de 2011. O hipocentro do sismo seu local de origem no interior da crosta terrestre estava a uma profundidade de 25 km, considerada rasa. A região da cidade de Fukushima teve que ser evacuada, evento que gerou cerca de 100 mil desabrigados. Do alto de prédios muitos japoneses viam, impotentes, o momento em que as primeiras ondas venciam os muros de proteção como se estes não existissem. Às 14h46, horário local, num ponto do Oceano Pacífico a 130 quilômetros ao leste da cidade de Sendai, um terremoto não apenas sacudiu como também deslocou o Japão. Mas ela informou que a empresa ainda estava verificando se havia ocorrido algum dano nos edifícios. Para você ver como funciona na prática, confira o vídeo abaixo, onde arranha-céus no centro de Shinjuku balançam durante o. O Japão está no Cinturão de Fogo do Pacífico, uma das regiões com maior atividade sísmica do planeta. O terremoto Genroku causou muitos incêndios e destruição além de um grande tsunami com ondas superiores a 10 metros de altura. O terremoto No dia 11 de março de 2011, um terremoto de magnitude aproximada de 9,1 graus na foi registrado no Oceano Pacífico, a cerca de 160 quilômetros de distância da costa leste do Japão. Imagens registradas em vídeo mostraram muitos tentando escapar de pedaços de edifícios que caíam sobre a calçada e trabalhadores apavorados em escritórios, onde objetos e móveis eram lançados ao chão. O terremoto seguido de tsunami deixou um total de 15. Não houve mortes decorrentes do acidente - em 2018, porém, o governo japonês confirmaria uma primeira morte de um trabalhador de Fukushima, de câncer decorrente da exposição à radiação. A tsunami de Fukushima foi uma das mais devastadoras, uma vez que, além da destruição causada pelo impacto da água, ocasionou um dos piores desastres nucleares do mundo. Um relatório da Agência Meteorológica do Japão, produzido em outubro de 2013, disse que os erros do alerta inicial podem ter contribuído para o alto número de vítimas. Em Onagawa, a usina mais próxima do epicentro do terremoto, um incêndio começou no salão de turbinas, uma área separada do reator, mas foi rapidamente apagado. Mas o que são as Placas tectônicas? Além do forte tremor, foram registradas muitas réplicas na região, a maioria com magnitude maior que 5 pontos na Escala Richter. O sistema é alimentado por uma rede de aproximadamente 1. O Terremoto nas Ilhas Curilas em 2006, por exemplo, teve magnitude de 8,4 e não teve vítimas. Nada disso, porém, seria comparado ao que estava prestes a atingir a costa leste do país. Estima-se que o movimento horizontal na zona de falha que gerou ruptura e, consequentemente, o tremor foi de 50 a 60 metros, o que pesquisadores consideraram o maior do tipo. Seu permanente e eterno embate com a natureza é uma realidade da qual o país não pode fugir. Esse terremoto atingiu uma magnitude de 9,1 graus na Escala Richter e gerou um grande tsunami, que atingiu a região de Tohoku, assim como a Usina Nuclear de Fukushima. O sistema está sendo atualizado constantemente para se tornar cada vez mais útil, de forma que agora eles podem transmitir alertas para telefones celulares e aparelhos de fax e inserir mensagens em programas de rádio e televisão. A principal consequência atrelada ao tremor foi a erupção do Monte Fuji. Não houve relatos imediatos de danos, de acordo com Takashi Yokota, um funcionário da secretaria de gerenciamento de desastres da prefeitura de Miyagi. O tsunami teve ondas de 38,2 metros de altura e destruiu cerca de 9. A estrutura que protegia Fukushima, por outro lado, mostrou-se precária. Em 2019, as autoridades permitiram o retorno dos moradores a 40% de Okuma, considerada segura depois de anos de descontaminação. No ano seguinte, seria a vez do terremoto Ansei Edo, com magnitude de 6,9, a fazer mais de 6. Cobertura do desastre nas redes de TV Se um terremoto atingir o país, todos os canais de TV do Japão mudam sua programação imediatamente e começam a transmitir uma cobertura oficial sobre o terremoto em questão, garantindo que a população esteja bem informada sobre como se manter segura. Em Shiogama, uma parte de um penhasco desabou em um trecho de uma estrada. Houve destruição na capital, Tóquio, a 373 quilômetros do epicentro, onde o abalo sacudiu o Parlamento nacional. Em sua capital, Sendai, as pessoas que estavam nas ruas rapidamente perceberam que não havia para onde fugir. A magnitude do tremor foi de 9,1 na Escala Richter, e o terremoto resultou na morte de cerca de 20 mil pessoas. Em 2016, o brasileiro Rodrigo Simukawa, morador da cidade de Hamamatsu, contou à BBC News Brasil que tinha uma mochila já pronta, com comida, água, roupa e medicamentos, caso precisasse sair correndo de sua casa. Além de muitos danos e mais de 5 mil mortes, esse terremoto também causou a última erupção do Monte Fuji, 49 dias depois. O governo local decide quais melodias tocar. O trabalho das equipes técnicas visava basicamente tentar esfriar os reatores 1, 2 e 3, utilizando água, e interromper o vazamento de material radioativo. Fukushima Ao longo dos séculos, o Japão desenvolveu uma formidável capacidade de reconstrução depois de terremotos. Meu coração está batendo forte — disse um homem da cidade de Ishinomaki à NHK enquanto fugia para um parque em uma colina. Mais de 300 mil prédios foram destruídos, e outros 1 milhão, danificados - pelo tsunami, por incêndios ou pelo terremoto -, além de 4 mil estradas, 78 pontes e 29 linhas férreas. O dia trágico começou às 14h46 de 11 de março de 2011 no Japão, quando o terremoto de 9 graus, o mais forte na história do país e um dos 5 mais poderosos do mundo, provocou ondas de dez metros de altura. Notas 1 ANDRADE, Fábio Ramos Dias de. O Serviço Nacional Oceânico dos Estados Unidos define o fenômeno tsunami como "uma série de ondas gigantes causadas por terremotos ou erupções vulcânicas sob o mar". Claro que naquela época não existia a tecnologia anti-terremotos que existe hoje, mas mesmo assim podemos perceber que quando se trata de fenômenos da natureza, as consequências são realmente imprevisíveis. O tremor foi sentido às 23h08 11h08 no horário de Brasília com um epicentro de 60 quilômetros de profundidade na região de Fukushima - na mesma área devastada em 2011. Os serviços de monitoramento de abalos sísmicos haviam registrado 125 tremores secundários, decorrentes do grande terremoto — um deles de 6,8 de magnitude. Em março de 2020, Futaba foi reaberta, mas ainda apenas para a entrada de trabalhadores envolvidos em sua reconstrução. Muitas pessoas, no entanto, ainda questionavam a segurança e não se sentiam confortáveis para voltar. Um dos lugares mais prejudicados foi a pequena aldeia de Taro, que perdeu 42% da sua população e 98% de todos os edifícios. A usina de Fukushima tinha quatro reatores, dos quais três — as unidades 1 a 3 — estavam operando naquele dia. Os serviços públicos locais e as autoridades nucleares do país disseram que as usinas nucleares da região não apresentaram nenhuma anormalidade após o terremoto. Muitas áreas atingidas pela radiação permanecem desabitadas. Não foi necessário lançar um alerta de tsunami. Para evitar acidentes nas linhas férreas e garantir a segurança de todos os passageiros, os trens japoneses são equipados com sensores de terremoto que são acionados para parar todos os trens que estiverem em movimento no país, caso seja necessário. Em 15 minutos, as ondas gigantes chegaram ao litoral, arrastando barcos, carros e até casas. O abalo danificou as seis linhas de transmissão de energia que alimentavam a usina, o que ativou o funcionamento de seus geradores a diesel para movimentar as bombas responsáveis pelo resfriamento dos reatores. Os 10 Maiores Terremotos no Japão Todos os anos são registrados mais de 1500 abalos sísmicos no Japão. Vazamento O quadro se agravou no dia 12, como noticiou a BBC News: "Uma poderosa explosão atingiu uma usina nuclear no nordeste do Japão que havia sido seriamente danificada no terremoto e tsunami de sexta-feira". Ansei se refere ao período que vai de 1854 a 1860 e Nankai se refere a uma falha tectônica localizada no sul da Ilha de Honshu. O dia trágico começou às 14h46 de 11 de março de 2011 no Japão, quando o terremoto de 9 graus, o mais forte na história do país e um dos 5 mais poderosos do mundo, provocou ondas de dez metros de altura. Confira abaixo os 10 maiores terremotos do Japão, lembrando que a lista faz menção à magnitude e não ao número de vítimas: 10. Em outubro de 2020, nove anos depois do acidente, o governo japonês preparava-se para decidir o que fazer com esse material. No mês passado, a região registrou outro forte terremoto que causou dezenas de feridos. Para as crianças, pode ser um lembrete para voltar para casa antes de escurecer. Houve ainda um grande volume de perdas materiais, uma vez que muitas cidades tiveram que ser desocupadas e toda a infraestrutura da região sofreu com os eventos causados pelo terremoto. Além das consequências diretas na estrutura do arquipélago japonês e na tectônica da área, os abalos sísmicos de 2011 foram avassaladores para a população. Além de toda a destruição, os japoneses ainda tiveram que enfrentar o que se tornou um dos piores desastres nucleares de todos os tempos. Esse evento é considerado um dos maiores desastres nucleares da história. Foram registrados cerca de 22 mil mortos. O governo admite que a energia nuclear é um "mal necessário", no país. Consequências do terremoto de Fukushima O de 2011 foi o mais intenso da história do Japão e o terceiro maior em escala mundial, junto com o terremoto que aconteceu no Oceano Índico em 2004, de acordo com a USGS. Com o alagamento do subsolo, os geradores deixaram de funcionar — outros equipamentos importantes para a operação, como bombas e baterias, também ficaram inoperantes. O porto e o aeroporto de Sendai foram totalmente tomados pelas águas — embarcações, aeronaves, helicópteros, caminhões, vans e outros automóveis eram facilmente arrastados pelas ondas. E tem mais: embora arriscada, a energia atômica não gera dióxido de carbono, um dos gases responsáveis pelo efeito estufa. Como explicou em relatório a Associação Nuclear Mundial, que representa o setor de energia nuclear: "Às 15h36 do sábado, dia 12, houve uma explosão de hidrogênio no andar de serviço do prédio sobre a contenção do reator unidade 1, destruindo o teto e a cobertura no topo do prédio". Além dos celulares, os alertas são divulgados na rádio, tv e enviados por email. Terremoto causou estragos e deixou feridos e desabrigados Foto: Reuters A Agência Meteorológica do Japão afirmou que considera o terremoto de sábado 13 na costa leste do país como um abalo secundário do terremoto mortal de magnitude 9,0 que atingiu a mesma área há quase 10 anos. O último grande tremor a castigar a cidade, em 1923, está prestes a completar cem anos, e especialistas avaliam que um desastre semelhante deva ocorrer cerca de um século depois. Enquanto seus prédios estão preparados para resistir a um forte tremor, um terremoto em Tóquio seria um desafio enorme para os serviços de socorro e resgate, seu sistema de transporte e para a população. A água passou de quatro metros de altura e avançou cidade adentro por mais de 4 quilômetros, num cenário inimaginável de destruição.。

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